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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

CURIOSIDADES DO MUNDO OLÍMPICO - RIO 2016

 Há um texto de página inteira (quase, se descontar as publicidades) na Folha de SP falando de uns brasileiros que foram assistir um jogo de hockey ou algo semelhante, cujo esporte seria o mais popular na Austrália. E perto deles uns australianos fanáticos pelo esporte deles e pela sua seleção. A reportagem perguntou para uma mãe que estava com uma criancinha vendo o jogo e ela disse que não entendia nada daquilo, mas resolveu ir porque o ingresso estava 40,00 e ela e a filha queriam mesmo é ver a ginástica olimpica onde as atletas davam "aquelas cambalhotas incríveis" mas o preço era proibitivo. E a mãe disse que a filhinha estava atenta ao hockey mas reclamava que não estavam rolando as esperadas cambalhotas....
Para completar, a reportagem provocou os torcedores australianos dizendo que o futebol é muito mais emoção. Eles me saem com o que eu diria ser quase uma pérola. A diferença entre o nosso esporte, o hockey e o futebol é que no futebol os atletas jogam o tempo todo fingindo que estão machucados e no hockey os atletas mesmo machucados jogam com o mesmo vigor como se estivessem em plena forma. Mexe com quem está quieto!      

AUSTRALIANOS TORCEDORES.              08-08-16

sábado, 30 de julho de 2016

GRUPO CANTUS LIBERE - MÚSICA GREGORIANA - DE CURITIBA PR

    
                                   foto tirada por Orlando L de Almeida - com celular e sem flash

 Resido em Curitiba há três anos e meio.   Gosto muito das atividades culturais e nos locais que vou, ao assinar a lista de presença, deixo o e-mail e eles passam a enviar a programação cultural que está em pauta.    Assim fiquei sabendo da exposição A Arte do Budô e fui ver e gostei muito.   Esta se encerrou dia 24-7-16.
     Num e-mail de véspera, o Museu de Curitiba me enviou um convite para ir assistir hoje, sábado (30-7-16) um espetáculo de Música Gregoriana com o Grupo Cantus Libere com a regência do manauara Paulo Valente.
     Fui ver o espetáculo e foi de alto nível.  Oito músicos se apresentaram e cantaram uma série de canções e o Maestro, muito descontraido e bem humorado, deu uma verdadeira aula sobre esse tipo de arte.
    Cheguei a anotar algumas informações passadas por ele no contexto do tema.
     Segundo ele, o Papa Gregório, a quem vincularam o nome desse tipo de canto, historicamente não tem nenhuma comprovação que tenha criado nada nesse setor.   
     No tempo dos impérios na Europa, havia alguns que dominavam povos de variados idiomas e uma forma de "falar" a todos os dominados era usar o Latim no canto e mesmo nas missas que em geral eram cantadas.
     As missas eram cantadas porque era uma forma de atingir mais pessoas num ambiente amplo numa época em que não havia alto falantes.
     O canto gregoriano e a presença masculina.    Ele lembra que na igreja católica historicamente à mulher não era permitido ajudar nos oficios religiosos.   Quem frequentava o altar era o padre e seus auxiliares, sempre do sexo masculino.   
     Aquela música Kyrie eleison (em grego: Κύριε ελέησον, transl. Kýrie eléison, "Senhor, tende piedade") segundo ele é de origem pagã e não religiosa.
    Lembrou que o Imperador Carlos Magno era analfabeto.     Disse que nos tempos medievais era bem pouca gente que sabia ler.    Aprender música na igreja e o latim para os cantos era uma forma de aprender ler e dominar um idioma importante no Império.   Tanto que muitos começavam na música e acabavam sendo recrutados para trabalhar para o Estado.
     Sobre letras de músicas gregorianas em português ele defende que é algo meio fora de contexto histórico.    Seria como um artesão passar hoje a entalhar obras de arte no estilo barroco fora da época em que aquilo era da cultura do momento.
     O canto gregoriano sofreu inclusive influência da música celta.
     O uso de orgão para acompanhar musica sacra teria ocorrido depois do ano 1.200 porque no tempo do Império Romano o orgão era usado nas arenas para animar os espectadores entre as lutas.   Ficou então vinculado a combates e mortes crueis.  
     O Grupo Cantus Libere tem inclusive página no Facebook.       Muito legal.

(tenho também o blog de resenhas de livros e palestras -    www.resenhaorlando.blogspot.com.br )  





domingo, 17 de julho de 2016

ROTARY - DISTRITO 4730 - CURITIBA E REGIÃO - QUEM FOI JULIO MOREIRA

Sobre Julio Moreira   -  CURITIBA 

Julio Estrella Moreira 02Julio Estrella Moreira (1899-1975), pesquisador e historiador nascido em Curitiba, cursou Medicina e Odontologia e foi diretor da Faculdade de Odontologia e Governador de Distrito no Rotary. É lembrado pela direção de vários centros culturais como a Biblioteca Pública, o Museu Paranaense, Sociedade Brasileira de Escritores Médicos e Centro de Letras. Antes de falecer doou sua grande coleção de livros ao Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. No ano seguinte à sua morte foi inaugurada a Galeria com seu nome – via de passagem para pedestres sob a Travessa Nestor de Castro, atrás da Catedral Metropolitana de Curitiba e que reúne vários espaços culturais, entre eles o TUC – Teatro Universitário de Curitiba.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

ESCOLHA HOJE (13-07-16) DO NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL NO BRASIL

MESA DIRETORA DA CÂMARA.
(Eng.Agr. Orlando Lisboa Almeida ) 13-07-16
Ao que consta, temos ao todo, 513 nobres deputados federais lá na Câmara Federal. Todos eleitos por nós, dentro da regra do jogo. Um colegiado grande até demais, de baixa qualidade e de idoneidade duvidosa para ser complacente com a maioria dos que já foram chamados de "achacadores". Sei que a política em si é muito importante e a pena é que esta que deveria ter como objetivo servir ao bem comum, tem servido apenas a eles próprios e os seus "patrões", com honrosas exceções que há.
A reflexão é a seguinte: Se temos 513 integrantes da Câmara, por que eles se dão TAMANHO PODER CONCENTRADO NAS MÃOS DA CHAMADA MESA DIRETORA E NO PRESIDENTE DA CASA. Se formos ver bem, é razoável que num colegiado tão grande, tenha uma certa equipe dirigente mais enxuta para que as tarefas sigam com alguma ordem e tudo o mais. Mas colocar poder quase absoluto nas mãos do Presidente da Casa cria uma sucessão de CUNHAS DA VIDA que sempre vão nos causar problemas. Se o presidente NÃO quer algo, mesmo que a grande maioria queira, a coisa não anda. E sabemos que o Executivo depende do aval da Câmara para muitos atos durante um mandato. E é um absurdo que um CABEÇA DE BAGRE na presidência da "Casa" (vamos deixar a mãe Joana em paz!) e seus poucos colegas da famigerada "Mesa" consigam atravancar tanto e tanto num colegiado de 513 "pares".
Então além de um problema conjuntural, de momento, ligado a eleger um novo Famigerado para "reinar" na Câmara, há também o problema ESTRUTURAL representado por esses Super Poderes da chamada Mesa Diretora. E para completar o show de horrores, não é diferente isso no Senado da República, nas Assembléias Legislativas e mesmo nas Câmaras de Vereadores. Tudo contra a Cidadania e a Democracia. É mais algo que teria que mudar URGENTE.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

TURISMO EM JOÃO PESSOA (PB) - PRAIAS DA REGIÃO IV

Optamos por fazer um passeio via empresa especializada que atua naquela região como franqueada (Luck) cujo trabalho já conhecíamos de outras viagens para o Nordeste.     Neste dia específico (junho/16) o passeio incluiu visita ao Projeto Tartarugas Urbanas, que já foi objeto da primeira matéria que fiz recentemente sobre João Pessoa.    Então nesse dia visitamos o projeto Tartarugas Urbanas, depois fomos até Cabedelo que é um município vizinho de João pessoa onde visitamos o Forte Santa Catarina (também já abordado em matéria anterior com fotos aqui no blog) e em seguida,  Praia Ponta da Campina.          Nesta, almoçamos no Restaurante Lovina que tem uma ótima estrutura beira mar para receber os turistas e a comida é boa e o preço razoável.     
A Praia Ponta da Campina tem na maré baixa a opção de passeio de barco até os bancos de areia que ficam como se fosse uma mini praia.   Optamos por não ir até o banco de areia inclusive porque logo em seguida partiríamos para a parte final do passeio do dia, a Praia do Jacaré com o Bolero de Ravel   (do Bolero de Ravel também já fiz uma matéria anterior aqui no blog.
     Achamos a Praia Ponta da Campina muito linda e por ter a barreira de arrecifes mar adentro, esta quebra a força das ondas e praticamente não há onda que quebre junto à areia.   Fica quase como uma piscina natural imensa.     Para quem gosta de praia sem ondas, uma boa.

     
RECOMENDO clicar nas fotos para aparecerem maiores e mais nítidas!

Uma vista do Restaurante Lovina na Praia Ponta da Campina em Cabedelo-PB

Ao fundo da foto se vê o local onde há o banco de areia e turistas no mesmo (fase de marés mais baixas)

Cabedelo é um município ao redor de 18 km de João Pessoa.  Da praia acima citada se vê João Pessoa


Vi muito dessa flor no litoral do Nordeste e disseram que o nome é buquê de noiva

domingo, 19 de junho de 2016

BOLERO DE RAVEL - PRAIA DO JACARÉ - CABEDELO - CIDADE METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA - PB

Barcos de turistas para ver o por do sol e o Bolero de Ravel

Nos barcos dos turistas, dançarinos típicos animando o pessoal a bordo

Jurandir do saxofone tocando o Bolero de Ravel ao por do sol


O bolero é executado no passeio de barco do músico entre os barcos dos turistas - Por do sol
                       (sugiro que dê uma clicada na foto para que a resolução fique bem melhor!)
Após o bolero e o sol se por, Jurandir toca algumas músicas nos barcos dos turistas

Já em terra, num pequeno palco, dentro da programação, toca a Ave Maria às 18 h
    Fizemos esse passeio através de agência de turismo receptivo e o local fica em Cabedelo-PB, distante ao redor de 18 km da capital João Pessoa-PB.     O músico Jurandir, segundo o guia, já está no Guiness Book como quem mais seguidamente tocou o Bolero de Ravel com mais de cinco mil apresentações dia após dia.      É uma emoção ver e ouvir tudo aquilo combinado com o por do sol local.    Ele circula num barquinho na hora do bolero para não sofrer interferência do público e poder sincronizar a execução da música com o justo por do sol.   Depois que o sol se põe ele visita os barcos e toca num contato mais próximo com seu público.    Vale a pena.                          junho de 2016

sábado, 18 de junho de 2016

CABEDELO PB - FORTE SANTA CATARINA - QUATRO CENTENÁRIOS

   





detalhe dos canhões voltados para a terra (após aterro)

Cabedelo-PB  Marco Zero da Rodov. Transamazônica

Muralha do Forte e Porto logo ao lado

Arpão que ficava nos navios baleeiros - para caça à baleia

  Segundo consta, cabedelo é um pequeno cabo.   Fica na cidade do mesmo nome a 18 km de João Pessoa-PB.   Visitamos o Forte de Santa Catarina no City Tour pela cidade e região.   Segundo o guia, o forte seria o segundo maior do Brasil, só perdendo para o Santa Cruz que fica na cidade do Rio de Janeiro.       Sua conclusão da obra em alvenaria e pedra data de 1597 e é majestoso.    Fica na margem do Rio Paraiba  onde o mesmo desagua no mar.   Um local estratégico em tempos de colonização e invasões estrangeiras, com destaque para invasões holandesas.   Cenário de grandes confrontos com muitas baixas.
     Algumas coisas curiosas do Forte que está em bom estado geral de conservação.   No pátio interno há um arpão de caça à baleia.  Cabedelo é uma cidade com bastante gente dedicada à pesca há séculos.  Consta que no passado se matava até 500 baleias por temporada.   A caça foi proibida em 1985 e teria sido com ajuda de reportagem do Amaral Neto - O Reporter (do tempo da ditadura militar).   Ele era muito popular na época e ficou sensibilizado com a matança às baleias e isto ajudou na proibição da caça.
     No entorno do forte, em parte, foi feito aterro segundo o guia e com isso ficou algo curioso porque há vários canhões que antes apontavam para a água (de onde vinham os invasores embarcados), apontam agora após o aterro, para a terra.
     O Porto de Cabedelo que fica "colado" ao Forte afeta a paisagem desse sítio histórico com centenários de construção.
     No Forte há uma capela bem cuidada, dedicada a Santa Catarina de Alexandria.   Consta que alguns oficiais do passado eram sepultados na capela e os recrutas quando morriam, eram jogados ao mar.   Mas isto pode ser apenas lenda local, principalmente o caso dos recrutas mortos ao mar.
     Muito perto do Forte de Santa Catarina em Cabedelo-PB fica o Marco Zero da Rodovia Transamazônica.   Obra do tempo da Ditadura Militar.

orlando_lisboa@terra.com.br         18-06-16
ver também meu blog de fichamento de livros -   www.resenhaorlando.blogspot.com.br