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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

HOJE O PREGADOR ESTAVA ATACADO (12-02-17)

HOJE O PREGADOR ESTAVA ATACADO (12-02-17) 

(fiz o texto para o Facebook e por isso resolvi não colocar diretamente a denominação religiosa para tentar ser mais abrangente)
Falou um pouco de jurar ou não jurar. Diz que o que vem de cima é o seguinte: Nunca jurar. Basta que todo Sim seja Sim e que todo Não seja Não. Ponto final!
Sobre o do rebanho que se diz Não Praticante. Ele disse que participou de um conclave nacional onde havia outras denominações religiosas e um sheik estranhou essa do Não Praticante. Disse que isso não faz parte do Islamismo (e que os que matam em nome de Alá, não estão seguindo o que Alá determina). Ainda sobre o Não Praticante, o pregador fez um paralelo com o Honesto. Sou Honesto mas não Praticante.... não existe.
Pra completar. Leis e ritos, muitos não elevam a alma humana. Há que em essência seguir preceitos que tragam no bojo convivência fraterna e plena justiça. (Sou Engenheiro Agrônomo, 66 anos, aposentado e resido no Juvevê - sou dizimista no Cabral que é minha Paróquia mas gostamos de participar da missa das dez nos domingos na Santo Agostinho). Espero não ter melindrado ninguém com o texto que busca somar na fé e não dividir. A Paz do Cristo a todos. Orlando Lisboa Almeida

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O CHAPÉU DO DÉCIO (CONTOS DO BB DE ONTEM)

 

                           “LEVANDO O CHAPÉU” 

     Autor:   Engenheiro Agrônomo Orlando Lisboa de Almeida


     Meu amigo Newton Silveira, paulista de Marília, fez carreira no BB Banco do Brasil concentrada no Paraná, indo de Auxiliar de Escrita a Gerente Geral.   Faz um punhadinho de anos que ele está aposentado, depois de uma vida dedicada ao Banco.
     É uma grande figura humana, tendo sido um funcionário dedicado, espirituoso e de um alto astral fora do normal, o que lhe proporcionava grandes amizades que o tempo conseguiu preservar, como é justo.     Era o Newton chegado a dar uns trotes nos amigos e colegas de trabalho.   Nisso era e é um mestre.
     Lá pela década de 60 (não vou falar que é no século passado porque é sacanagem!), na pacata cidade de Umuarama-PR, lá estava o jovem Newton morando em república e trabalhando duro no setor de crédito rural da agência local.   Naquele tempo o setor era o Setop – Setor de Operações Rurais.
     Elegeu como vítima do trote, certa vez, o amigo Décio Trute, português bonachão, gente finíssima, que era avaliador (“avaluador” como se dizia na zona rural) autônomo que prestava serviço ao BB.
     Naquele dia, o Setop estava lotado de agricultores fazendo proposta de financiamento.   Tinha até lista de espera, tanta era a demanda.    O Newton lá com sua Olivetti, datilografando a proposta do cliente que estava sentado em frente à sua mesa.    Serviço a mil por hora.    Eis que nesse clima, chega o Décio – o portuga – esbaforido de tanto andar no sol pelos sítios abrindo porteiras, comendo poeira e coisa e tal.    O Décio chega, tira o chapéu e entra na cantina para  tomar uma água fresquinha.
     O Newton, mesmo apurado no serviço, viu um chapéu no balcão lotado de gente, levantou da mesa, foi lá, pegou o chapéu, amassou, colocou no seu cesto de lixo, pisou em cima umas três vezes e depois bateu as mãos como quem liquida uma tarefa.   Tava feita a sacanagem.
     Nessa hora ele tinha perdido o Décio de vista no meio da clientela.
     Quando acaba de fazer a proposta e libera o cliente que atendeu, este pede licença ao “seo” Newton, pega o chapéu no lixo, pede desculpa por achar que não era permitido largar o seu chapéu no balcão.   Disse que não conhecia certas manhas da cidade, da vida urbana...   se desculpando.
     Como se diz no truco:   desta vez o passador de trote “desbocou o facão”, trucou em falso.    Ou ainda, como diz o piracicabano, “ mordeu  a chumbada”.
     Se o Newton pudesse, de tanta vergonha, faria como o Pluto do desenho animado, que enfiaria a cabeça por baixo das pernas e sairia pela porta dos fundos, rasteirinho, com o rabinho encolhido.     Ou virar uma avestruz para enfiar a cabeça no chão, sumir do mapa.
     O Décio ficou sabendo do engano do Newton e tirou uma casquinha ao menos daquela vez que, decididamente, foi o dia da caça.


                                 

sábado, 31 de dezembro de 2016

RETROSPECTIVA 2016 DO BLOGUEIRO ENG.AGR. ORLANDO - CURITIBA -PR

Minha Retrospectiva de Cidadania e Terceiro Setor (do meu jeitão) - 2016

Como já disse antes, tenho o hábito de anotar tudo em cadernos específicos para tal e depois ir catalogando tudo. Pelo catálogo, levantei um Balanço das 72 atividades que ficaram registradas de 2016. Boa parte envolve palestras com especialistas sobre Cenários e Conjuntura para tentar entender melhor o que andou e anda ocorrendo no Brasil que tanto amamos. O resumo do resumo ficou assim, em números;
25 reuniões do clube de serviço, metade delas atuei como Secretário;
17 atuações como Conselheiro Titular do CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (cargo como voluntário - não remunerado)
16 reuniões como Conselheiro Consultivo do Senge Sindicato dos Engenheiros - cargo não remunerado - com direito a voz e não a voto.
6 palestras assistidas sobre temas focados em interesse da cidadania. Análise de cenários do País, Conjuntura, etc.
3 participações na confraria informal de leitura e discussão de livro lido - promoção do IEP Instituto de Engenharia do Paraná, do qual sou sócio
3 eventos dos Movimentos Sociais com palestras na sede da UFPr em Defesa da Democracia
2 eventos na ALEP Assembléia Legislativa do Paraná acompanhando temas de interesse da sociedade. Um deles, sobre ameaça de venda da Copel (Eletricidade) que é patrimônio do povo do Paraná
1 palestra da Monja Coen sobre espiritualidade
1 palestra do Ex Presidente Pepe Mujica - do Uruguai com foco na visão holística do mundo atual e o exagero no consumismo.
Que venha 2017 e estaremos de mãos à obra sempre. www.resenhaorlando.blogspot.com.br

domingo, 13 de novembro de 2016

A INFORMAÇÃO E AS FONTES - 12-11-2016



A coluna de hoje do jornalista Hélio Schwartsman na Folha tem foco num gargalo dos dias atuais. De um lado, a descrença do povo na grande mídia porque esta não se mostra a serviço de informar as pessoas e acaba muitas vezes tomando partido de um lado aumentando a polarização que já vem ocorrendo em nossa sociedade. Todos perdem no conjunto da obra. E a mídia tem seus "carpínteiros" que são os jornalistas que teriam em princípio alguns fundamentos como serem fieis aos fatos e também sempre exercitarem o contraditório, mostrando os dois lados em cada embate. O julgamento deve caber ao leitor. Na teoria, ótimo. Na prática, estamos longe disso. E nesse contexto, os leitores que já não são tantos (e mesmo os que assistem notícias pela TV - maioria) acabam indo beber em outras fontes e estas podem representar um lado dos polos. A turma de cá, busca os blogs e pessoas que argumentam no idioma da galera de cá. A turma de lá, busca as fontes no seu quintal. E nessa, adeus contraditório. Todos perdemos com isso, fora o acirramento dos ânimos e o afloramento de muitos tipos de intolerância que só prejudicam a vida em sociedade. Estamos construindo mais muros, muito mais, do que pontes. Precisamos de mais diálogo e de mais tolerância.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

SANEAMENTO NA TV E NOS PLANOS DO GOVERNO (Novembro-2016)



Eng. Agrônomo Orlando Lisboa de Almeida 

Dizer que estamos carentes na área de Saneamento Básico é uma redundância. Acompanho como cidadão alguns detalhes da área, mesmo sendo leigo no assunto. Já visitei uma porção de ETE Estações de tratamento de esgotos em vários municípios, incluindo Curitiba-PR, esta em visita técnica pelo IEP Instituto de Engenharia do Paraná, do qual sou sócio.
Na Folha de SP saiu notícia bem recente de que o governo está preparando Concessões nessa área o que em princípio não é ruim. Espera-se que as Concessões sejam feitas de forma clara e sem apressar as coisas, para que a sociedade possa entender os contratos e prazos, que em geral são de mais de 20 anos cada. Um exemplo negativo foram as concessões de rodovias aqui no Paraná nos anos de mil novecentos e Lerner (e FHC) onde as estradas são quase todas pistas simples e o pedágio é de pista dupla por assim dizer, caríssimo. E depois dos contratos feitos, dependendo de como são, não adianta mais chorar o leite derramado. Pelo que notei, ainda não está havendo debate no assunto e no jornal saiu que uns 16 estados já estão aderindo à prática de Conceder à iniciativa privada o Saneamento. São negócios de bilhões de reais cada e prazo longo, bem longo. E geralmente as empresas depois vem fazer as obras com dinheiro do próprio banco estatal... Fiquemos alertas.
E onde a TV entra nessa? Quem sabe uma "coincidência", mas nesta sexta feira, amanhã (12-11-16) o Globo Reporter vai mostrar a "vergonha" que está o País por falta de saneamento e certamente (não quero dar uma de mãe Dinah) vai sinalizar justamente na Salvação da Pátria - Conceder tudo. Caso a coisa rode para esse lado, que seja tudo feito de forma Cidadã e que tudo atenda aos interesses do nosso Povo em Primeiro Lugar. Assim seja! Amém!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

MAIS UMA DO NARRADOR DE CARTUM (21-10-16)


     Contextualizando:    O famigerado ex deputado Eduardo Cunha que presidiu a Câmara e foi cassado por corrupção está preso na sede da Polícia Federal desde quarta feira desta semana de outubro de 2016.   Disto vem a croniquinha abaixo:

Na Folha de SP de hoje, 21-10-16. O cartunista Benett bota um desenho do cunha numa cela pintando desenhos e frases na parede. Em destaque, escreve em vermelho: FORA CUNHA.

domingo, 25 de setembro de 2016

VI ONTEM O MALUCO BELEZA TOCANDO NA PRACINHA DE MORRETES - PR



E ele tem bom humor. Vejamos: Fomos ontem a Morretes-PR, cidade histórica com três séculos de existência. Na pracinha cercada de casas coloniais, feirinha de produtos típicos locais, muitos à base de banana (até cachaça de banana), turistas circulando pelo local que tem até coreto onde no passado as bandas tocavam.
Um músico tocando ao violão, músicas para os turistas. Na cabeça, um chapéu com aba e pontudo como um chapéu de bruxa. 
Umas moças param, ouvem um pouco e depois pedem uma música internacional. 
O Maluco diz sorrindo para elas: Moça, eu não sei falar nem o português direito, você quer que eu cante em inglês?
Elas então pediram "Medo da Chuva" do Raul Seixas e ele soltou a voz, ao vivo e a cores inclusive imitando a voz do Maluco original.
Até eu fui lá e deixei uns trocados para o Maluco sincero e de bom humor, aliás dois grandes predicados. 24-09-16